Oliveira é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, conta ainda com o distrito de Morro do Ferro, seu surgimento deve-se aos bandeirantes.Morro do Ferro foi imposto por uma lei estadual no final de 1943.
Localizado no Centro Oeste de Minas, na zona Campos das Vertentes, a 34 km de Oliveira
Para aumentar segurança de Perdões, Prefeito pede ajuda à Secretaria de Defesa Social.
"Nos ajude a evitar mais crimes violentos em Perdões". Esse foi o pedido que o prefeito Fernando Piau fez ao coronel Maurício Antônio dos Santos, subsecretário da Secretaria de Estado de Defesa Social.
Os dois se reuniram, ontem à tarde (27), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, juntamente com o diretor de Gestão Integrada para Resultados da Sedes e com o nosso secretário municipal de Administração e Recursos Humanos, Flávio Lúcio Carlota.
Em mais uma tentativa de aumentar a segurança pública do nosso município, o prefeito relatou o que vem acontecendo em Perdões nos últimos meses e que está tirando o sono das famílias desta cidade que é conhecida regionalmente por ser ordeira, tranquila e da paz.
O subsecretário da pasta de segurança pública de Minas ouviu atentamente as reivindicações de Perdões e disse que, na medida do possível, irá contribuir com instrumentos para uso das polícias militar e civil, além de disponibilizar um especialista no assunto para vir até a nossa cidade participar da reativação do Consep (Conselho Municipal de Segurança Pública). Ele também garantiu outras ações que serão tomadas em conjunto com o Pelotão da Polícia Militar, Delegacia da Polícia Civil e Ministério Público.
Outra medida que pode ser adotada em Perdões, com apoio do governo de Minas, é a instalação de câmeras de monitoramento em vários pontos estratégicos da cidade, com central instalada no quartel da PM.
O coronel Maurício Antônio também falou sobre a importância da participação da sociedade neste momento crítico que Perdões está passando. De acordo com ele, uma das maneiras de o cidadão contribuir para o combate ao crime é fazendo denúncias pelo telefone 181, em que a chamada é atendida em Belo Horizonte e a identidade do denunciante é mantida no mais absoluto sigilo. A pessoa recebe um número de protocolo e pode acompanhar o desenrolar da ocorrência, já que as Polícias Civil e Militar têm um prazo de 60 dias para responder a ONG que gerencia esse disque-denúncia.
O subsecretário da Secretaria de Estado de Defesa Social também concedeu uma entrevista exclusiva ao "Fala, Prefeito" que vai ao ar no próximo sábado (30).
Demorou buscar ajuda . . . . .
FOLHA . . . . .Por que nas contas ja são 12 homicídios e suicídio a gente não conta ne , isso já estamos acostumados .
Deus conceda amor e paz aos jovens desta cidade e os livre das drogas .
Sobe para o número de cidades que cancelaram ou reduziram o carnaval em Minas e Perdões é uma delas . .
As medidas foram tomadas por causa da crise econômica. As últimas que anunciaram a opção de não fazer a folia foram Perdões e Cana Verde, na Região Sul do estado. Mas violência na cidade foi uma das principais causas .
Primeiro ano sem carnaval nos 103 anos, vergonha . . . .
Assaltantes explodem caixa eletrônico em perdões "Banco Bradesco,o crime foi na madrugada de segunda feira a agência ficou destruída, as ocorrências de assalto a caixas eletrônicos aumentaram no interior minas .
O preço do amanhâ...
Por não ter onde ir . . . enchentes e estragos marcou o final de semana, moradores que voltaram a morar em área de risco sofreram com as perdas e danos.
O ribeirão virou rio .e ninguêm da prefeitura foi visto ajudando moradores .
Um povo simples e acolhedor , eu desejo voltar . . .
História
Quando em 1870, o proprietário da fazenda Conceição, Major Mathias Antônio Moinhos de Vilhena, construiu na sede da localidade uma capela para que o filho, Padre Paulo Emílio Moinhos de Vilhena, vigário da Paróquia da Campanha, viesse dar assistência aos fiéis do povoado de Vargem Grande. Devoto de Nossa Senhora da Conceição, a imagem da Santa é quem abençoava o vilarejo que se erguia no entorno da fazenda.
Consta do Almanaque Sul Mineiro do ano de 1874 referência à povoação de Vargem Grande:
“Também, na Vargem Grande, a três léguas da Campanha projeta-se a criação de uma população; já lá construíram uma capela a Nossa Senhora da Conceição e ao redor dela erguem-se algumas casas, colocadas todas em um belo local, que é devassado ao longe. Tendo essa delineada povoação a proteção do importante lavrador e virtuoso cidadão Major Mathias Antonio Moinhos de Vilhena é de crer-se que dentro em pouco tempo tome grande incremento e importância”.
Logo, o povoado passou a ser denominado Nossa Senhora da Conceição de Ponte Alta e mais famílias começavam também a imigrar para o Sul de Minas, rota do escoamento de ouro – já decadente no período – e área de desponte para agricultura. Trabalhadores vinham para cuidar das lavouras de fazendeiros da Campanha, Varginha, Eloi Mendes, São Gonçalo do Sapucaí e Três Corações.
Com o advento da cafeicultura e o fortalecimento da economia agrícola da região, o Sul de Minas se desenvolveu bastante neste período. As fazendas viraram destinos de grupos, principalmente italianos tentando escapar da crise que assolava a Europa no final do séc. XIX. Dentre as primeiras famílias que atracaram na costa brasileira e rumaram para o povoado em busca de melhores condições de vida estão Totti, Lenzi, Pagano, Salotti, Baldin, Ciscon, Belato, Zanin, Pierrotti e Caovila.
Em 1896, foi instituído, pela Câmara Municipal de Campanha, o povoado de Ponte Alta e para o cargo de oficial do distrito foi nomeado Antonio Salotti. Com o desenvolvimento da comunidade que se instalava nas terras do povoado, o Presidente do Estado de Minas Gerais, Júlio Bueno Brandão, promulgou em 1911 a lei que criou o Distrito de Paz de Nossa Senhora da Conceição de Ponte Alta, que viria a ser instalada apenas em 1916 sob os seguintes domínios:
“Começam as divisas deste município com os de Eloy Mendes e São Gonçalo do Sapucaí, na barra do ribeirão Barreto com o de São Domingos, com a que vem do Barreiro e daí segue São Domingos acima nas antigas divisas até o alto da serra de Santa Luzia, pelo espigão desta serra vai até o rumo da cabeceira do córrego dos Patos; por este abaixo até frontear as cabeceiras do córrego do Tijuco Preto e por este abaixo até encontrar as divisas do município Eloy Mendes, por onde vai a estrada, até o ponto de partida.”
A energia elétrica começou a ser gerada em 1920 com a instalação de uma pequena usina na fazenda do proprietário Adamo Caovila – a Companhia Sulmineira de Eletricidade assumiu o fornecimento de energia em 1927.
A reforma da capela de Nossa Senhora da Conceição, em 1926, deixou evidente a necessidade da construção de uma igreja para atender a demanda da população devota da padroeira do povoado. A capela foi demolida para ceder espaço à igreja Matriz, cuja pedra fundamental foi lançada por Dom João de Almeida Ferrão, bispo da diocese de Campanha, em novembro de 1927. O projeto definido por Agustinho Frisotti determinou dimensões de 37m de comprimento, 18m de largura e 30,5 de altura.
Ponte Alta foi elevada à categoria de vila pelo decreto-lei 311, de 2 de março de 1938 e a paróquia foi criada em 1941, pelo decreto de 27 de setembro, assinado pelo Padre José do Patrocínio Lefort.
A denominação de Nossa Senhora da Conceição da Ponte Alta mudou para Monsenhor Paulo, por sugestão do padre José Divino da Silva, como homenagem ao primeiro padre a dar assistência aos fiéis do vilarejo.
Em 1948, foi criado, pela Assembleia Legislativa, através da Lei 336, de 27 de dezembro, sancionada pelo governador Milton Campos, o município de Monsenhor Paulo, desmembrado do município da Campanha. Em 6 de março de 1949, foi realizada a eleição para prefeito, vice-prefeito e vereadores, sendo eleitos, pelo PSD, o prefeito Joaquim Santiago Pereira e o vice-prefeito Luiz Tavares que tomaram posse em 20 de março do mesmo ano.
Para a primeira câmara foram eleitos, pelo PSD, os vereadores Altamiro Ferreira Mendes, presidente; Archimedes Coli, vice-presidente; José Galdino Silveira, secretário; Virgilio Caovilla; Pedro Totti; José Martins dos Santos e Felippe dos Santos Pagano; pela UDN, os vereadores Eloi Xavier da Silva e Djalma Pereira.
Segundo dados do recenseamento geral de 1950 do IBGE, Monsenhor Paulo tinha, na época, 5695 habitantes. Atualmente, com dados do Censo de 2010, são 8.161 habitantes, sendo a maioria de população masculina [57,1% homens e 42,9% mulheres]. [mais dados da cidade no site do IBGE]
Monsenhor Paulo Emílio Moinhos de Vilhena
Nascido em Campanha, aos 12 de junho de 1847, Paulo Emílio Moinhos de Vilhena era filho do Major Mathias Antonio Moinhos de Vilhena e de Escolástica Joaquina de Oliveira Carvalho. Iniciou os estudos em Campanha e, com 19 anos, foi para o Seminário de Mariana. Na manhã de 4 de junho de 1871, no Santuário do Caraça, recebeu as ordens sacerdotais das mãos de Antonio Ferreira Viçoso, Dom Viçoso, Bispo da Diocese de Mariana.
Retornando para sua cidade natal, iniciou sua vida sacerdotal como coadjutor do vigário da Campanha. Em suas ações sacerdotais pela região, o Padre Paulo atendia a zona rural e, a cavalo, visitava as fazendas até a capela de Ponte Alta, na propriedade do próprio pai, na fazenda Conceição.
A assistência espiritual e social junto às comunidades priorizava os mais humildes. A castidade e a caridade eram suas principais virtudes, que se seguiram até a morte, em 6 de janeiro de 1926. Ele faleceu na casa da sobrinha e sepultado no cemitério da Campanha. Em 8 de dezembro de 2005, em comemoração ao dia da cidade, em homenagem ao patrono, os restos mortais foram transferidos para o cemitério de Monsenhor Paulo.
O acesso mais fácil à cidade é pela BR 381 e, na altura do km 774, pegar a MG-BR 267, sentido Monsenhor Paulo, por 14km. O município faz divisa com as cidades de Campanha, São Gonçalo do Sapucaí, Cordislândia e Varginha.
Centro de eventos
1° Encontro de Motociclistas .
Video escolhido do you tube - canal do MegaZEAUGUSTO - melhor video .
O que está acontecendo em minas é uma calamidade , milhôes de pessoas seram afetadas, a próxima vez que colocar alguma bandeira no seu perfil do facebook coloque a de minas.
A tragédia é maior do que a gente imaginava, veneno na água se já não bastasse a crise econômica .
Infelizmente, o BRASIL ainda não sabe o que está acontecendo aqui em Minas Gerais. Os veiculos de "des-informação" continuam omitindo fatos e numeros importante para amenizar a tragédia. Sugiro que aqueles que tem amigos virtuais em outras cidades, estados e paises, informem melhor e alertem o Brasil de que são centenas de milhares de pessoas afetadas pelo fato. Toda a economia dos municípios está comprometida. As escolas suspenderam as aulas, a agricultura está comprometida, porque não tem chuva, o comércio já quase parou, pois não tem água, nem para os banheiros; bares e restaurantes estão adotando material descartável para servirem, mas não existem panelas descartáveis e essas precisam ser lavadas.A construção civil também foi afetada; não há água para o banho das pessoas. Hospitais e asilos, presídios e serviços essenciais estão sendo abastecidos por caminhões pipa, que precisam ir a outros municípios para se abastecerem de água, o que está onerando os cofres públicos com o alto consumo de combustível - isso quando conseguem passar pelas estradas
bloqueadas pela manifestação de caminhoneiros.
O Rio Doce, um dos MAIORES DO BRASIL, está morto! As populações, desde Mariana-MG até Linhares-ES (e depois no Oceano Atlântico) estão sofrendo as consequências do que talvez seja a maior tragédia ambiental, ecológica, econômica, hídrica, já ocorrida no pais. E as consequencias serão sentidas por muitos décadas. Somente em Governador Valadares são 260 mil pessoas afetadas. Alguém já imaginou uma cidade de 260mil pessoas totalmente sem água? E o pior: a água está correndo no Rio Doce, mas completamente envenenda por arsênio, mercúrio e outros metais.
Todos - eu disse todos - os peixes morreram envenendos e já se pode sentir o "cheiro" a kms de distância. Esse é o quadro que o BRASIL precisa saber. Divulguem para que outras tragédias possam ser evitadas. Talvez a próxima seja a dos lixões, ou das enormes pastagens que avançam derrubando as florestas, ou quem sabe, as imensas lavouras de soja??? Informem, manifestem a indignação pacífica, sem revolta ou violência. Chega de violência contra povo Brasileiro, menos ganância, é o que precisamos. Obrigado por me ler! É apenas o desabafo de um Valadarense, mineiro, brasileiro e ... ser humano.
Mais uma rota em mais um evento nesta cidade linda onde vive este povo acolhedor em minas . Oliveira. Latitude: -20.6971 // Longitude: -44.8278 á 69km de Perdões -MG.
PRIMÓRDIOS
Oliveira é filha duma encruzilhada.
O que equivale a dizer que ela é filha da sua própria
geografia: um entroncamento de caminhos provocou, pelo
romércio e pelo cultivo do solo. o aparecimento do lugar.
É uma das poucas cidades mineiras, cuja fundação
não se liga à presença do ouro ou de gemas preciosas.
Situada no Oeste mineiro, na zona do Campo ou
Serra Acima, ocupa sua área territorial a acidentada região
entre as primeiras vertentes do rio Grande, ao Sul. e as do
São Francisco, ao Norte.
Pela sua situação geográfica, tornou-se, sobretudo
no ciclo do ouro, a travessia obrigatória de quantos
demandavam as ricas regiões goianas, para onde os feitos
de sertanistas como Castanho Taques, Anhanguera e Fróis
canalizaram logo um verdadeiro oceano de gente ávida de
riquezas.
Antes, porém, de traçarmos as primeiras tentativas
de colonização do município, cumpre-nos dizer algo da sua
pré-história.
Nesta, procuraremos saber quais os seus primitivos
habitantes indígenas, qual o primeiro homem branco a pisar
o seu solo, como se abriram os primeiros caminhos do
Oeste, qual foi o destino civilizador desses caminhos — até
atingirmos a história oliveirense propriamente dita, que
começa com os primeiros colonizadores desta região.
Evento que destaca a cidade junto com seu município chamado morro do ferro.
Veja o video. abaixo :